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Home Notícias Economia

Lucros com sangue: Custo humano de tablets como o Ipad é subestimado pelos compradores

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01/02/2012
En Economia
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Sindicato diz que a Foxconn (considerada a pior empresa do mundo), responsável pela produção do Ipad, terá de respeitar legislação brasileira e pede fiscalização constante do Ministério do Trabalho

São Paulo – Ao pensar em comprar um tablet, como o Ipad, da Apple, ou similar, o consumidor depara-se com uma série de dúvidas, desde a serventia para determinados padrões de uso de equipamentos eletrônicos ao fato de valer ou não a pena desembolsar o preço cobrado. Tecnologia de ponta, custos de matérias-primas, transporte e impostos são variáveis levadas em conta pelos compradores desses itens considerados as maravilhas modernas pelos tecnomaníacos. Mas e quanto ao valor humano?

Trabalho degradante

Cartaz do Greenpeace, em campanha para eleger a Foxconn a “pior empresa do mundo” chama atenção para condições de escravidão vivida pelos trabalhadores (Ilustração: CC/Greenpeace Suíça)

A Foxconn é a indústria responsável pela montagem dos Ipads distribuídos no mundo inteiro. Instalada inicialmente na China, a empresa é acusada de submeter seus funcionários a condições de trabalho degradantes. O resultado dessa competição que não mede valores pela liderança só poderia ser trágico. É o que mostra recente reportagem do jornal norte-americano The New York Times.

De olho na vantajosa mão de obra brasileira, a Foxconn instalou em outubro de 2011, em Jundiaí, no interior paulista, a sua segunda fábrica no país. A unidade produz equipamentos com alta tecnologia, como Ipads, Iphones e Ipods. A outra fábrica está instalada no mesmo município.

O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e região Célio Guimarães afirmou conhecer as terríveis práticas impostas aos funcionários chineses. No entanto, afirma que os direitos dos trabalhadores devem ser respeitados nas fábricas brasileiras. “A empresa não dá muita abertura para acompanhamento. Resta pressionarmos para eles cumprirem a Constituição vigente no país em que estão instalados”, disse.

Segundo Guimarães, que embora o acompanhamento dos mais de 1.300 funcionários seja constante, o trabalho do sindicato é limitado. “Nós trabalhamos da porta para fora. Da porta para dentro quem tem de inspecionar é a Delegacia Regional (atual Superintendência Regional), do Ministério do Trabalho. Tendo algum problema nós registramos a notificação e eles têm de tomar as providências”, afirma.

Jovens mortos na China

A matéria feita pelo jornal norte-americano começa relatando o drama vivido por dois jovens mortos devido a uma explosão na fábrica da Foxconn situada em Chengdu, no Sul da China. Um deles, Lai Xiaodong, de 22 anos, chegou à cidade seis meses antes do acidente. Ele era mais uma engrenagem humana a compor o sistema de informação mais rápido da terra. “O jovem chinês engrossa a lista de quatro funcionários mortos dentro das instalações da multinacional somente em 2011. Outros 77 ficaram feridos devido à vulnerabilidade das instalações”, diz a reportagem.

O The New York Times destaca ainda que, de acordo com os funcionários da empresa, sindicatos de defesa dos trabalhadores e relatórios divulgados pelas próprias companhias, os problemas são tão diversificados como o ambiente de trabalho e a insegurança. “Trabalhando excessivamente, às vezes sete dias por semana, os funcionários, que muitas vezes são menores de idade, se alojam em dormitórios superlotados. Alguns passam tanto tempo em pé na produção, que devido aos inchaços provocados nas pernas, sentem dificuldades em uma simples caminhada ao fim do penoso expediente.”

A reportagem segue afirmando que os trabalhos são tão intensos quanto a entrada de dólares na conta da milionária Apple, que recentemente foi avaliada em US$ 418 bilhões, bem distante dos US$ 22 pagos diariamente – já com as horas extras – ao jovem Xiaodong.

O jornal norte-americando diz que, oficialmente, a Apple garante que todas as violações de direitos em empresas fornecedoras serão sanadas, e caso persistam, os vínculos de trabalho serão cancelados. “No entanto, ex-diretores da empresa garantem que o processo de troca de fornecedores seria caro e demorado, trazendo custos extras e preocupações a mais à companhia. Portanto, a Apple ‘não irá deixar a Foxconn, e a Foxconn não irá deixar a China’, garante o pesquisador de Harvard e ex-membro da Organização Internacional do Trabalho, Heather White.”

E no Brasil…

O dirigente sindical de Jundiaí garantiu que nenhuma denúncia de violação dos direitos trabalhistas semelhante às relatadas na China foi feita ao sindicato, mas lembrou que, em dezembro do ano passado, 200 trabalhadores foram demitidos sem justificativa. Um mês depois, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região suspendeu as demissões, estipulando o prazo de 48 horas para a reintegração dos funcionários.

Mesmo sendo fabricados com incentivos fiscais do governo, os preços dos produtos Apple não sofreram redução significativa, de modo que os ítens vendidos nos Estados Unidos, por exemplo, continuam mais baratos do que os brasileiros, mesmo com o acréscimo da variação cambial.

A Foxconn destaca em seu site a característica de seus negócios. “Produto Foxconn é: velocidade, qualidade, serviços de engenharia, flexibilidade e redução de custos financeiros”. A competitividade é tida pela multinacional como fator decisivo na hora da escolha dos serviços.

(Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual)

Tags: tablets
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