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Almôndega de jacaré ao sugo

Por
24/01/2011
En Vitor Trindade
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**Vitor da Trindade

Regis, Bandeirantes, Marginais, Ayrton Senna, Cumbica, fila, cinco horas de vôo, com escala em Cuiabá, espera duas horas e um chopinho com Indiana Jones, assim que peguei as malas na esteira. Depois disso eu dormia até no chão, mas não é que o moleque me deu o quarto com cama e direito ao ar condicionado, que eu delicadamente desliguei durante a noite, pra firmar que eu não estava mais em Sampa.

Dos famosos tinham, tacaca, tucupi, tambaqui, pirarucu, e a irmã da atriz Susana Vieira, que teve seu nome roubado, e na área, claro, é mais famosa que sua irmã Suzete, que hoje em dia não é mais o nome dela e sim o da outra…

Com Erdingers, caipirinhas e lots of Black Labels em Ristorante Italiano pras horas chiques, aquela folha me adormeceu a boca e os sentidos!! Posso jurar que comi almôndegas de jacaré, acompanhando a macarronada de domingo.

Fora as barcas no Rio, os homens e as mulheres com cara de índio, o artesanato feito de peixe, colorido que nem um quadro de Van Gogh, tudo com muitas utilidades no embelezamento das mulheres do lugar. Fora as farinhas variadas de muitas cores, as tapiocas, as casa de sopa, com caldo de mocotó, canja de galinha caipira e bouillabesses muito bem temperados no coentro, os camarões gigantes, enfeitando cremes diferenciados, de tons e texturas de mandioca, fora os Açaís de verdade, com cara de Açaí, gosto de açaí e pinta de Açaí. Fora o Edi, a Stela, Renata, Rafa e Dani, que me trataram que nem o Rei da Nigéria e preu não ficar sem macarrão, pelo qual há muito já sou viciado, me levaram pra única Pizza branca que eu já tinha provado, seguido do maior, mais bem servido e melhor Brócolis e Alho em massa caseira, al dente, que vai dar inveja em muito italiano que eu conheço. Pois é!!! .

Então!!! Fora que todo mundo sabia da história, que não tinha enganador nem falsos heróis porque todo mundo tinha um pé no Rondon. Fora que Marcio Bortoletti me ensinou uns caminhos profissionais que me deram comichão nas milhas aéreas e promovera idas e vindas em busca de trocas e tratos no intercambio da Terra das Artes, ao desembarcadouro do Velho que deixou/se chamar Porto. Fora a Capoeira de pé na areia, quem dormir, toma, se vacilar o cachimbo cai, com direção artística e porradística de Mestre Xoroquinho, dedo no nariz de quem não gostou e principal motivo de minha rica visita a estas paradas, onde me senti coronel, fidalgo, preto de importância, do Mandela de tão bem recebido. Fora que virei reportagem, artigo de entrevista e pessoa de opinião. Fora tudo isso, ainda tinha o samba de seu Kaula, de Carlinhos Maracanã (Que cantou de cabo a rabo, em uníssono comigo “Ao povo em forma de arte”, enredo de Raquel Trindade, da Granes Quilombo e composição de Nei Lopes e Wilson Moreira). Tinha a virtuosidade do Júlio, um de fala espanhola, que tocava magistralmente um violão e era fã de carteirinha de Carlos Santana, e pra finalizar, uma Yalorixa que construiu sua vida nos 26 anos de metrópole, desde que saiu da megalópole carioca e assentou axé no lugar.

Se tenho saudade? Tenho!!!

Tudo bem!!!

Daqui a pouco, serei padrinho, vendo meu afilhado subir e descer entre Bandas, Bênçãos e Aus, ele merece!!  Ta rápido e felino, como tem que ser, ta objetivo e com ousadia (Puxou o papai), seguro e cirúrgico (Puxou a mamãe), manhoso, cauteloso e mandingueiro (Puxou o titio), merece bem uma corda colorida na cintura!

Obrigado de novo ao meu patrocinador, Hoster e amigo Zimerlli, que me mandou um convite pra passear com passagem dentro, pra conhecer Porto Velho, capital de Rondônia, pra onde ele continuou sua vida de super herói de quadrinhos, dando socos, pows e zingues nas agruras da vida, criando o Rafa, meu afilhado, Renata, irmã do Rafa e agregando também a patricinha mais braba de Beverly Hills, tudo isso acompanhado de sua esposa que não deu mole pro azar, e há muito já banca todas as desse Don Diego De La Vega do Embu, que migrou para o Norte, depois de andar até a África. O problema é que ele voltou de Angola, jurando que é preto!! Tudo bem!! Ele continua sendo meu mano, desde que nos prometemos jamais discutir política, religião, e muito menos futebol.

Beijos ao Madeira, ao falecido Trem da Morte e me esperem pra cobrar aquela navegação que atravessa Belém e assiste no próximo grande porto, uma opera black tie do mais chique palco de música erudita no pais.

I will be back!!!!!!!!!!!!!!!

*Vitor da Trindade tem 54 anos, é compositor e percussionista, tem 04 discos próprios gravados, vencedor do Premio Cultural Petrobras 2005, ex-professor da Landesmusikakademie de Berlin, Groove Zentrum fur Perkussion e Musikschule Schonenberg na Alemanha, já se apresentou em quatro continentes com o trio Revista do Samba, com lançamento do quinto CD, Revista Hortência do Samba, co-produção Brasil-França, previsto para março de 2011 em Marseille, Paris, Berlin e São Paulo. É professor de música e vice-presidente do Teatro Popular Solano Trindade.

Tags: Porto VelhoRondôniaVitor da TrindadeVitor Trindade
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